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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

“ATIRAR AREIA” PARA OS OLHOS – ser directo, ser gaulês.


É curioso observar como o PSD de Santa Cruz tenta, injustificadamente, culpabilizar o JPP pelo não cumprimento das suas promessas no manifesto eleitoral a sufrágio, em 2009.

O manifesto em causa, do JPP, respeitava ao Município de Santa Cruz (ou seja, à Câmara de Santa Cruz), e portanto não às juntas de freguesia, inclusive à de Gaula, como aquela força quer fazer passar.

O fenómeno mais interessante diz respeito ao candidato do PSD à Assembleia de Freguesia de Gaula, Pedro Freitas, que ao invés de trazer debaixo do braço o manifesto do PSD vencedor em Santa Cruz (recorde-se, porque é elementar que foi o PSD a vencer a Câmara de Santa Cruz), carrega obcecadamente o panfleto do JPP, derrotado pelo PSD.

Portanto, o que deve ser avaliado é o PSD e não o JPP. O caso da Gaula, como pessoa colectiva “junta” é outra história.

Mas vejamos, entre outras, as promessas do PSD, inclusive do ora candidato e vereador Jorge Baptista em 2009, para a Freguesia de Gaula, sem concretização (com imagens em anexo):

- “Alargamento da vereda da Levada da Torre
- Requalificação da antiga Escola da Fazenda para infantário
- Alargamento e Pavimentação da ligação Faia-Lombo
- Ligação da Rua do salão à Rampa do Salão
- Centro Cívico da Achada
- Ligação da Rampa do Pomarinho à Travessa do Lagar do Carvalho
- Ligação Achada de Cima/Clemente Tavares (Vereda do Galinheiro)
- Prolongamento do Impasse José Pereira de Nóbrega”

Jorge Baptista, candidato à Câmara pelo PSD, interlocutor principal de Passos Coelho do PSD (que quis fechar a freguesia de Gaula, e os serviços desta autarquia aos gauleses, e que cortou ao seu orçamento mais de 10 mil euros); e Pedro Freitas, candidato à Assembleia de Freguesia pelo PSD, encarregado principal de Jorge Baptista, que cortou à Freguesia e aos gauleses mais de 10 mil euros ano, por via do corte do protocolo com as juntas, são duas peças de um puzzle que levaram Santa Cruz à falência.

Aumentaram os impostos aos gauleses, com o seu PSD: aumentaram o IMI, as taxas e a derrama sobre as empresas.


Pois bem, trajados de laranja, vem acenar com o verde, porque suspeitam que o Povo é fluorescente, isto é, tapado ...


quarta-feira, 19 de junho de 2013

O SOCIAL-DEMOCRATA VEM TARDE...


Uma das promessas eleitorais que o PSD Santa Cruz reside em implementar, em caso de vitória, é o chamado “Cartão Social Municipal”, e que segundo os nossos colegas social-democratas será “alargada a todo o concelho e não só a uma freguesia, na sequência de vários protocolos a celebrar com os mais variados ramos de negócio do concelho e não só às farmácias”. Perante estas palavras é óbvio, que a medida social posta em prática pelo JPP de Gaula, nomeadamente do apoio à aquisição de medicamentos, tem incomodado, e muito.

Em 2009, quando o JPP prometeu a medida de “Apoio aos Medicamentos” para pensionistas e reformados, o PSD prometeu “mundos e fundos”, que já tinha modelos pensados, blá, blá, blá, e até ao momento nada. Agora, vem prometer, depois do apregoado betão, um mero cartão de plástico, e com uma dívida de betão de mais de 43 milhões de euros.

Mas, o incómodo é tanto quando vemos transparecer nas palavras a irredutível comparação com Gaula, pois vejamos novamente: “Uma medida que no nosso entender é mais justa, por não se tratar de distribuir valores ao acaso sem objectivo definido.”

Gostei, sobretudo pela ignorância dos mesmos, pois foram auscultados e opinantes antes da implementação do projecto de Gaula, e pelo regime de apoios ter um uma postura devidamente regimentada e publicada em Diário da República.


Viva, ao social, porque a democracia ora faz-se socializando, ora faz-se propagandeando. 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

A CDU e SANTA CRUZ



A candidatura da CDU vem, hoje, 1 de Maio de 2013 tecer considerações negativas sobre o JPP em Santa Cruz. Como, habitualmente, toda a crítica carrega o contraditório, o JPP tem a considerar:


1. É pena que a força comunista veja o JPP como um adversário, e que aponte apenas aspectos negativos (pois, na verdade, ninguém nasce e vive perfeito), fazendo crer que a persistência e a qualidade interventivas junto da sociedade de Santa Cruz está, apenas, do seu lado.



2. O partido comunista, cada vez mais acentuadamente ortodoxo e isolado do companheirismo social dos cidadãos que interagem de grupos politicos-eleitoralistas, esquece o profundo trabalho social que o JPP desenvolve em Santa Cruz no acompanhamento dos problemas dos cidadãos, no alívio dos impostos deste ano por via do IMI, no planeamento urbanístico por via dos planos de urbanização, na valorização patrimonial (entre a quais a classificação do mercado de santa cruz); na inviabilização do “roubo” do dinheiro dos cidadãos pelo negócio da Quinta da Escuna, nos planos de emergência social e nas medidas de ajuda à população carenciada e reformada.



3. Portanto, só nos resta lamentar que a CDU e o partido comunista português vivam ofuscados na consideração depreciativa com que julgam os outros, e ignoram a expressiva qualidade na intervenção do JPP tanto no terreno como nos bastidores.



4. Por esse caminho sinuoso, do isolamento circunstancial em denegrir o trabalho dos outros, sobretudo de uma força politica que também é alternativa em Santa Cruz e com grande alcance social, só vêm estender o "tapete vermelho" ao PSD, único responsável pela estado a que Santa Cruz chegou.



5. Assim, façam o vosso caminho, mas apontem as armas a quem levou o concelho á ruína e levou à forte carga de impostos aos cidadãos de Santa Cruz.



Élvio Sousa


quinta-feira, 7 de março de 2013

FUNCHAL E SANTA CRUZ: A CONFUSÃO E DELEITE

DR:



São várias as pessoas que têm contactado para indagar o modelo de escolha dos cidadãos que encabeçarão as listas do JPP aos órgãos autárquicos de Santa Cruz.

Na verdade, parece que há gente com assento na partidocracia do Funchal, mais interessada em definir a alternativa de Santa Cruz, do que propriamente justapor a (sua) terra funchalense.

Ora bem, este artigo é pessoal, e portanto posso ajustar algumas convergências e esclarecer pontos de vista, nomeadamente de meios político-partidários que, apesar de até ao momento não terem convergido ou dialogado em Santa Cruz, têm pontas-de-lança geradores de confusão na capital.

O projecto de Santa Cruz é pluri-democrático e multicolor nas opções de cada qual. Quem quiser entrar, sem calculismos e pré-negociação de “cabeças pensadoras”, tem sempre a oportunidade de mostrar que está “Junto Pelo Povo”. Quem alegadamente parece jogar “Junto por Si / ou Junto pelo Seu Interesse Partidário” não valerá a pena convergir, porque aos ideais da “fortaleza” não caberá tamanha conveniência.

E, assim, será. Não existirão negociações, porque as pessoas não são negociáveis. Haverá convergências.

Para Santa Cruz tudo se compõem com gente livre e liberta de interesses manietados e conjugados por alegadas coligações ou escolhas de gente, como se fossem números clausulos, numa soma com resultados imprevisíveis.

Também é certo que para Santa Cruz, o modelo será manifestamente diferente do “esquema autárquico” do Funchal. Totalmente diferente…

Sem dúvida, que o grupo de cidadãos concorrerá sozinho, mas muito bem acompanhados pelos nossos colegas e simpatizantes de outras forças politico-eleitoralistas-partidárias, sem discriminação da tradicional direita ou esquerda.

Repito, não é uma coligação, é um livre-arbítrio de uma escolha da manifestação da extrema confiança no outro, na conjugação de uma alternativa com cidadãos independentes ou dependes de filiação, e complemento com pensadores e executores credíveis na participação cívica e democrática.

Portanto, tudo o resto será internamente discutido, e externamente tranquilizado.

Habituem-se porque, o estado da “Região” também se padece da grata “bilhardice” com que bons homens e boas mulheres se “vestem” esporadicamente.

Pessoalmente, prefiro discordar para dentro e harmonizar para fora. E o JPP também.

“Tudo o que é sólido se dilui no ar” (Marx). E a “bilhardice” vem dos “ares da terra funchalense”.

Élvio Sousa

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

JPP: coligação ou sozinho (e bem acompanhado).





Esta semana veio à baila novamente a questão das terminologias, que podem ser calculadamente depreciativas. Começaram por chamar: “lista” e “coligação de cidadãos”. Depois, e outra vez (ontem) pela pena de Luís Filipe Malheiro, “coligação de esquerda”.

Realmente, acho que toda a gente tem direito a um nome próprio, e é sempre correcto (e educado), - usar a designação validada pelos órgãos de soberania, após o “baptismo” de um grupo que forma os cidadãos eleitores (JPP).

Parece-me claro que as autárquicas estão a mexer consciências e calculismos. Agora, é importante referir que o JPP não discrimina a direita ou a esquerda, não afasta nem desvaloriza cidadãos intervenientes na vida activa (inclusive a político-eleitoralista).
Nem tão-pouco é uma “coligação de esquerda”, pelo simples facto de ao Povo (e somos Juntos pelo Povo) ser dado o direito do livre-arbítrio e o da escolha de um mundo melhor. 

Esse caminho, repito, tem muitas voltas, inclusive pela tradicional dita esquerda ou direita, e com níveis de segurança pelo centro.

Na verdade, no presente, a única coligação que conheço em Santa Cruz é a do PSD com o JM, isto é PSD e Jornal da Madeira. Nos primeiros meses do ano, o dito órgão terá aberto uma delegação no Santo da Serra, tendo como porta-voz o colega autarca local, que logicamente (e à luz do calculismo que, também, utiliza os dinheiros públicos dos cidadãos contribuintes) surge como o testa-de-ferro do n.º 1 do PSD a Santa Cruz.

Élvio Sousa

sábado, 2 de fevereiro de 2013

ASSINA POR BAIXO...


É curioso observar como recém-políticos de Gaula assinam, sem pestanejar, os extensos comunicados remetidos pela Rua dos Netos, do Funchal.

Chegam ao ponto de atribuir à oposição, a responsabilidade da situação actual da câmara com mais de 43 milhões de euros de dívida, onde mais de 20 milhões, são de pesada herança de Savino Correia.


Desde o pós 25 de Abril de 1975 que o PSD governa Santa Cruz. Desde essa data, e apesar de abolida a ditadura, existem "escravos de pensamento" que são obrigados a ler comunicados, e a assiná-los.

Estaria a refutá-los se, ainda, fossem produto da massa-cinzenta local. Mas não são. 


Têm sido reproduzidos esta semana por todas os quintais, e com a douta coligação do Jornal da Madeira.



quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

“Santa Cruz, um Concelho em que o PSD dá como uma câmara perdida”



Nos últimos tempos, a comunicação social escrita tem veiculado uma afirmação que se pode traduzir numa das principais rasteiras à candidatura do grupo de cidadãos eleitores Juntos Pelo Povo. É hábito ler a frase que encima a presente opinião, antevendo o duelo das próximas autárquicas para 2013: “Santa Cruz, um Concelho em que o PSD dá como uma câmara perdida”


Ora bem. Estas afirmações são perigosas do ponto de vista da estratégia eleitoralista do JPP, ou de qualquer outra força política na oposição em Santa Cruz.


É certo que o JPP tem desempenhado uma função de proximidade, dando azo ao seu próprio nome (juntos pelo povo), numa acção que aproxima o grupo de cidadãos à condição de segunda força política em Santa Cruz. Mas, na verdade, o PSD é exímio na estratégia e eficaz no terreno.


Não acho que o PSD dê Santa Cruz por perdida para outra entidade política. Acho que, entre outros aspectos entendíveis na estratégia que o caracteriza, o PSD está a contribuir para passar essa mensagem de alegada “perdição”.
Atenção: Vem aí uma luta desigual. É David contra Golias. É uma máquina estruturada e com experiência de anos contra um grupo coeso sem recursos e subvenções eleitoralistas.


Muito cuidado com as afirmações pensadas e calculadas para interagir sossego e acalmia no adversário.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

TANTOS NERVOS PERANTE A CIDADANIA

Foto DR.


O presidente da Câmara de Santa Cruz acusou hoje, num Jornal que recebe mais de 3 milhões de euros dos contribuintes, a  Junta de Freguesia de Gaula de: "demagogia”, “aproveitamento político” e “dar aspecto de coitadinhos” – referindo-se à intimação do Tribunal Administrativo para fornecer documentos últimos solicitados pela autarquia gaulesa.

Bem, às vezes é inacreditável a refutação dos políticos. O mesmo presidente da câmara foi intimado por um órgão de soberania (um tribunal, e não com todo o respeito, o "Zé-da-esquina), a fornecer documentos, e teima em negar uma evidência.

Em Santa Cruz o povo costuma utilizar uma expressão que corre o risco de se transformar em adágio popular assertivo: “foram os juristas de secretaria que desgraçaram a câmara”.

Estou a ver.


segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Alerta Laranja.



Santa Cruz, concelho problemático para o PSD do Funchal, está em alerta. De vermelho passou a laranja.

As recentes eleições para a Associação de Estudantes da Escola Básica e Secundária de Santa Cruz mostraram o elo de ligação entre a “fonte” (PSD) e o “instrumento” (juventude). E daí que tanto a Associação de Pais como o órgão Executivo da Escola tiveram, à partida, conhecimento da água que abastecera a “fonte”.

Mais recentemente existem dois dados que me permitem reflexão. 

O primeiro diz respeito à resolução do último Conselho de Governo, e da decisão de em transferir para a Misericórdia de Santa Cruz 300 mil euros para apoio à vítimas dos incêndios de Santa Cruz. É evidente, na minha opinião, que o Governo Regional deixou de confiar no executivo PSD da Câmara Municipal de Santa Cruz, entidade que detém os dossiês e que dispõe de uma equipa técnica de acompanhamento para este problema. Preferiu, o Governo, confiar numa instituição privada e numa liderança que nivela aparentemente mais qualidade. 

Por outro lado, ultimamente tem chovido demasiadas críticas acerca do despesismo exagerado do presidente da câmara e da manutenção do seu gabinete pessoal (assessores e adjuntos). Na semana passada, o executivo da Junta de Freguesia de Gaula requereu à câmara relação das despesas com ajudas de custos do presidente da câmara entre 2009 e 2012, e o serviço e a remuneração mensal dos cargos de nomeação política do gabinete do presidente.

Com o “alerta vermelho” do último fim-de-semana uma informação camarária distribuída à imprensa veio, depressa, procurar justificar a nomeação “laranja” perante o eminente “alerta-vermelho” de mau tempo: “Para informações e pedidos de ajuda, o autarca pede para que contactem os Bombeiros Municipais, através do número para urgências (291 520 112), referindo ainda que podem contactar directamente o Gabinete de Apoio à Presidência de acordo com a Freguesia da ocorrência (Camacha e Gaula - Nuno Abreu 917 999 944; Santa Cruz e Santo da Serra - Duarte Sol 917 999 946; Caniço - Pedro Dantas 917 999 954).”

Santa eficiência.